Servidores públicos, trabalhadores rurais, estudantes, comerciantes, autônomos e demais operários participaram da greve geral no dia 28 de abril

O Sindicato dos Servidores Públicos – SINDIARA e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais na Agricultura Familiar de Aratuba – STTR realizaram grande ato de greve geral no último dia 28 de abril de 2017, em desaprovação as propostas do governo de Michel Temer (PMDB) sobre as reformas trabalhistas e previdenciária que tramitam no congresso nacional. A manifestação ocorreu em todo o país, convocada por centrais, confederações, federações, sindicatos e movimentos sociais organizados. Outras entidades e órgãos como a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) já se posicionaram contra tais reformas que afetarão a vida do trabalhador brasileiro. Quem também manifestou seu apoio na greve geral em favor dos trabalahdores e contras as reformas foi o pároco da cidade de Aratuba o reverendo padre Marcílio Jeronimo. Que usou da palavra e motivou a todos lutarem contra as reformas e que a igreja de Aratuba estava a disposição.

 

O município de Aratuba, atendendo ao pedido do Sindiara, liberou seus servidores para participarem do ato em defesa de seus direitos. Recentemente a câmara municipal também se posicionou contra, tendo seus pares aprovando por unanimidade, moção de repúdio as reformas. Os manifestantes estavam com bandeirais, cartazes, banners e carro de som, gritando palavras de ordem contra as medidas do governo federal. Em seguida, marcharam saindo da sede do SINDIARA pelas principais ruas da cidade ruas até a sede do Sindicado Rural. O ato foi pacífico e ordeiro.

O mandatário do SINDIARA, Joerly Vitor, afirmou que a mobilização contou com o respaldo de diversas categorias públicas e privadas contra as reformas trabalhista, previdenciária e de terceirização. “Quanto à reforma trabalhista, é importante destacar que essa matéria, que está em tramitação no Congresso, já aprovada na Câmara dos Deputados, não foi discutida com a sociedade nem com os trabalhadores”, disse. Para ele, os projetos citados têm como finalidade diluir direitos dos trabalhadores. “É um processo que caracteriza retrocesso dos direitos sociais no Brasil, conquistados duramente pela classe trabalhista ao longo de vários anos”, pontuou. Francisco Miguel, vice-presidente do SINDIARA, salienta que, além de Aratuba, outras cidades do Estado tiveram atos nesta sexta-feira. “Queremos demonstrar ao governo que não vamos aceitar passivamente a retirada de direitos dos trabalhadores”, disse.

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